BANCO MUNDIAL APOIA A CENTRALIZAÇÃO DAS RECEITAS PÚBLICAS “CONTA ÚNICA” E A REFORMA NO SECTOR PÚBLICO

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Uma missão do Banco Mundial, (BM) conduzida pela Senhora Fatou Fall Samba, Especialista Sénior em Gestão Financeira Encarregada do Projecto expressou a determinação do banco em continuar a apoiar a reforma em curso no sector público com vista assegurar a centralização das receitas públicas.

A informação foi avançada pelo Gabinete de Assessoria de Imprensa do Ministério das Finanças, emitido esta quinta-feira,  (15.09) no seu Site.

Segundo a nota, a vontade do BM foi manifestada em decorrência de um encontro que a delegação do BM manteve  com o Secretário de Estado do Tesouro, Mamadu Baldé.

A missão  do Banco Mundial permanece na Guiné-Bissau de 12 a 16 de Setembro de 2022 vai proceder a avaliação do seu projecto, facilitar as discussões técnicas, entre outros assuntos.

Nesse âmbito, a missão tem programado vários encontros, designadamente com as autoridades financeiras governamentais.

Durante a reunião, o Secretário de Estado do Tesouro, Mamadu Baldé enfatizou o empenho e determinação do Ministro das Finanças, Ilídio Vieira TÉ para consolidar a centralização de receitas públicas, designado, “conta única”, destacando, as receitas colectadas junto às embaixadas e, nas regiões do país.

Neste particular, Secretário de estado do Tesouro promete daqui a pouco o envio de recebedores  nas  regiões no sentido de assegurar a mobilização eficiente das receitas para o tesouro público. “Realmente demos saltos qualitativos graças ao BM”,  disse Secretário de estado do Tesouro.

Senhor Mamadu Baldé propõe igualmente, que estado acompanhe permanentemente o funcionamento das empresas semi-públicas, nomeadamente, EAGB, ARN e, APGB

A chefe da Missão Técnica do Banco Mundial, Senhora Fatou Fall Samba reiterou o apoio e a assistência do banco na implementação das reformas conducentes a tornar melhor a economia do país.

“Um  comité técnico será criado para apoiar as reformas no sector público guineense”, concluiu a chefe da Missão, tendo sublinhado projectos que o Banco Mundial irá implementar brevemente na Guiné-Bissau.

REDAÇÃO/RDN

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